Poema

Risonha

Liberando a caneta na mão, deixando os versos fluírem
Trago no peito um coração que não deixa a vida sem graça
Rio, sorrio, “apalhaço” pra valer!
Esse é o meu jeito: doce e meigo
Jeito de menina faceira, mulher feiticeira
Gosto de rir, de me divertir
Sou sempre assim: humana e cômica
Por que chorar se posso rir?
Por que sorrir se posso gargalhar?
É tão triste saber que tudo tem fim
E talvez só aí as lágrimas possam cair
Deixando o molhado na face, que o sol vem secar
Pra novamente voltar a sorrir, rir e gargalhar…

Por Anna Leão (favor mencionar autoria e fonte ao reproduzir este poema)

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Translate »